21 de jun. de 2012

Se tem uma coisa que me deixa totalmente broxada é toda vez que eu abro o pc de S. tem inúmeros sites de pornografia abertos.
Não é puritanismo, mas o exagero me causa certa repulsa. Eu gosto de ver um vídeo às vezes, mas coisas que curtia, passaram a me dar a sensação contrária.
Infelizmente, pois putaria é bom pra caralho.
Na boa, todo homem fica meio bicha quando tá gripado?
Putaquepariu, S. fica muito bichinha e isso me irrita tanto.
É muito drama queen pra alguém tão grande.
Poxa, fiz um comentário, de boa, fui legal e o infeliz veio me jogando pedra.

Cara, só tenho uma coisa pra te dizer: Se você tá na merda é porque fez por merecer. Se mate e caso venha a nascer de novo, quem sabe vire gente. 
Passar bem.

3 de jun. de 2012

O amor nos tempos de Gregory House

Sempre gostei de House M.D. e achei que ficaria triste com o final da temporada ou que xingaria muito Mas até que não.
Ontem assisti ao último episódio e digo que, apesar de alguimas tosquices, eu gostei. De verdade.

Seguem os spoilers.

A questão é que o último episódio começa 5 episódios antes quando é revelada a doença do Wilson e os próximos episódios são em torno disso. E o mais importante é que House vai mostrando como é de verdade.

O mais legal é que no final, comecei a entender porque eu gosto do House. Tá certo que ele já ganha pontos comigo no fato que eu gosto de gente inteligente, mas acompanhando toda a série, eu passei a entendê-lo e assim compreendi porque ele é do jeito que é. O instinto de auto-preservação é predominante nele, juntando a isso, tem a arrogancia, que só aumenta quando se quer criar uma redoma ao seu redor.
Não quero minimizar o fato dele ser uma pessoa difícil, intencionalmente.

No final, o que ficou evidente é que, do jeito dele, a única pessoa que ele realmente ama/amou de verdade é o Wilson. Não falo de uma relação homossexual, mas aquela coisa sincera e fraterna que raramente sentimos de verdade. A partir do momento que ele abre mão de tudo, até simula a própria morte para passar junto com o amigo os últimos dias dele é a maior prova de amor que pode ser ter. E isso é tudo.
E foda-se o resto.

24 de mai. de 2012



without you everything falls apart.

Buuuuuuuuuurp!

Sou uma pessoa bem estressada. Com tudo, mas uma das coisas que mais me incomoda é o fato de qualquer coisa que eu como me fazer mal. Às vezes, até água caí mal.
Então, muitas vezes eu como o que não deveria comer, afinal se eu passo mal com qualquer coisa, pelo menos vou passar mal comendo algo que eu gostei.
Eu tenho além da gastrite, uma úlcera peptica, hernia de hiato, uma parte da parede do estômago levemente detonada, mas eu esqueci o nome disso agora e de quebra, recentemente recebi um quadro de intolerãncia a lactose, adquirida depois de meu tratamento para um problema renal idiota que tive, mas que fodeu o meu meio de campo. Como isso aconteceu? Só a indústria farmacêutica pode responder.

Quando falo assim, parece que eu como lixo o dia todo ou quantidades absurdas em todas as refeições. Mas não é bem o que acontece. Desde criança, abacaxi me dá afta, tomate cru cai como tijolo no estômago, café com leite + pão com  manteiga sempre me deram azia e suco de melancia sempre foi indigesto. Sempre tive prisão de ventre também, o que me fez ter uma dieta de fibras extras durante minha infância toda.

Agora que me livrarei da úlcera e de parte do estômago, será que minha vida gastronômica e meu humor irão melhorar?
...e o seu sorriso é a coisa mais linda desse mundo neste momento.